domingo, 27 de abril de 2014

Mais estranho que a ficção (filme)


O que você faria se acordasse um dia e percebesse que sua vida está sendo narrada? De repente, você começa a ouvir uma voz em off sobre seus movimentos e, pior, seus pensamentos e sentimentos.



Isso é o que acontece com Harold Crick no filme Mais estranho que a ficção (Stranger than Fiction; Estados Unidos, 2006). Em uma manhã, ele começa a ouvir a narração de sua própria vida e, com razão, começa a se preocupar e a se irritar com isso.

Até então, Harold, que é fiscal da Receita Federal, tem, ou pelo menos pensa ter, a vida sob controle (controla o número de vezes que escova os dentes, os passos que dá até chegar ao ponto de ônibus, onde pega sempre o mesmo ônibus, pontualmente, para ir ao trabalho, a forma de dar o nó na gravata para economizar tempo). 

Logo ele descobre que a narradora de sua vida, sua autora, pretende matá-lo e, a partir daí, as coisas começam a ficar mais preocupantes e mais engraçadas.

Harold procura uma psiquiatra, que o diagnostica como esquizofrênico e lhe recomenda tomar remédios. Harold sabe que não é esquizofrênico, não quer tomar remédios e pede uma alternativa. A psiquiatra lhe diz que ele pode procurar alguém que entenda de literatura. E é aí que entra o professor universitário (e também salva-vidas) Jules Hilbert, interpretado pelo ótimo Dustin Hoffman.


Como as outras pessoas, o prof. Hilbert não leva Harold a sério, mas quando Harold cita exatamente a passagem sobre sua morte iminente (narrada pela "voz" anteriormente), o professor se interessa pelo caso.

O prof. Hilbert primeiro tenta ajudar Harold a identificar que tipo de personagem ele é e em que tipo de narrativa está inserido (se é um príncipe, um elfo, um vampiro...). Depois, pede para Harold identificar se está dentro de uma comédia ou de uma tragédia - pelas situações que vive naquele determinado dia, conclui que sua vida é uma tragédia.

Claro que existe uma mocinha na narrativa: Ana Pascal, dona de uma confeitaria, que Harold conhece quando vai até a loja dela para tentar resolver um problema de sonegação de impostos. No início ela o odeia, mas ele se apaixona. Talvez o livro que está sendo narrado seja um romance romântico.


Além do drama ou da tragicomédia vivida por Harold, sua autora, a pessoa que o criou, está com um bloqueio criativo, e a editora envia uma assistente para ajudá-la, para que ela consiga entregar o manuscrito no prazo (ela ainda datilografa o manuscrito, um charme), o que parece não ajudar muito.

Karen Eiffel, a escritora que sempre mata seus personagens


O filme é muito bom, pois quem o assiste fica sempre na expectativa do que vai acontecer. Será que Harold vai conseguir se desviar da morte? Vai conseguir se comunicar com sua autora de alguma forma e pedir para que ela escreva um outro fim para ele? Karen Eiffel conseguirá terminar o livro de forma satisfatória? Como em seus livros anteriores, ela matará o herói? Harold precisa mesmo morrer para que ela tenha um romance muito bom? Segundo o prof. Hilbert, que entende de teorias literárias, sim. No entanto, Harold quer uma chance para viver a vida de uma forma diferente, para tentar fazer coisas diferentes e se surpreender e se deixar ser surpreendido.

Só assistindo para saber o que acontece!

Trailer do filme:



***

Um ponto interessante e engraçado do filme é quando a escritora se desloca para algum lugar para fazer trabalho in loco, observar diferentes possibilidades de morte e, assim, poder usar isso em seu livro de forma mais verossímil. Por exemplo, sobe em sua mesa e  imagina como deve ser se suicidar dessa forma; em um dia chuvoso, vai para perto de uma ponte sobre um rio e imagina como deve ser sofrer um acidente de carro e o carro despencar lá de cima ou então vai para um hospital para ver pessoas moribundas - talvez seu protagonista possa morrer de alguma doença séria...

domingo, 20 de abril de 2014

O Brasil pode ser um país de leitores?


Título: O Brasil pode ser um país de leitores? - Política para a cultura/ Política para o livro
Autor: Felipe Lindoso
Editora: Summus Editorial
Ano de publicação: 2004
Nº de páginas: 224

Apesar de ter sido publicado há dez anos e ter algumas informações provavelmente desatualizadas, este livro é muito bom para entender como ocorreu o desenvolvimento do mercado editorial brasileiro e qual a sua dinâmica atual.

É dividido em três partes:

Parte I - Política da cultura

Aqui, Lindoso apresenta alguns dados sobre a política cultural no país, e reflete sobre a dificuldade de o governo conseguir incentivar e promover a leitura de forma eficaz. Parece existir um grave problema, pois as verbas para incentivo à cultura não são bem distribuídas (a maior parte do orçamento do governo vai para a produção de filmes e patrocínio de shows e eventos culturais), além do fato do produto desses incentivos (shows, peças teatrais, filmes) não chegar à maioria dos brasileiros.

Política cultural que se preocupa exclusivamente em distribuir recursos para a produção de bens culturais e não para o acesso da cidadania aos bens produzidos é simplesmente a reprodução do passado.

Parte II - O livro e a política cultural

Na segunda parte,  para mim, a mais interessante, o autor resume a história da indústria de livros no Brasil, desde o século XIX, época em que, tardiamente, o país passou a publicar livros; até 1808 Portugal proibia a existência de imprensa em sua colônia.

Foi somente em 1808, quando D. João - então príncipe regente e posteriormente D. João VI de Portugal - chegou ao Rio de Janeiro, fugido da invasão napoleônica, que o país teve sua primeira imprensa. A corte trouxera de Portugal os equipamentos da Imprensa Régia e também o núcleo do acervo que mais tarde constituiria a Biblioteca Nacional, incluindo-se aí obras raras e incunábulos. [...] Na verdade, a impressão de livros só  veio a acontecer comercialmente bem mais tarde, e até o final do século a maior parte dos livros editados no Brasil era feita em Portugal ou em Paris.

Em meados do século XIX, alguns editores europeus começam a investir na publicação de livros literários e também escolares no Brasil. Devido ao crescimento econômico de São Paulo a partir das décadas finais do século XIX (cultivo do café e industrialização), houve a expansão da rede de ensino, o que, consequentemente, aumentou a demanda por livros, principalmente didáticos. É interessante observar o desenvolvimento de várias editoras de que ouvi falar e de algumas que existem até hoje (Francisco Alves, Saraiva, José Olympio, Nacional, Melhoramentos).

Entre outras histórias, ficamos sabendo da saga de Monteiro Lobato como editor, que começa a partir de 1918. Nessa época, havia um sério problema de distribuição dos livros no país e Lobato (gênio!) teve a ideia de propor aos donos de bancas de jornal, papelarias, farmácias e armazéns que aceitassem vender os livros consignados, dessa forma, conseguiria atingir seu público. Não sei se ele era exatamente um excelente escritor (acho a Emília uma chata!), mas era um editor muito empreendedor e merece minha admiração.

Nessa parte do livro, também há um capítulo sobre a aquisição de livros pelo governo e outro sobre o fomento governamental ao livro. Esses capítulos talvez estejam um pouco desatualizados, pois tenho percebido um esforço um pouco maior do governo para incentivar a leitura (como o aumento do número de feiras literárias Brasil afora, por exemplo). Claro que o número de bibliotecas e o acesso ao livro à maioria das pessoas ainda não é uma realidade, mas, aos poucos, talvez chegaremos lá. Só posso dizer que a venda de livros para o governo é bastante burocrática e um tanto obscura. As editoras maiores parecem se beneficiar e enriquecer disso, enquanto as editoras menores e independentes tendem a sumir.


Parte III - Globalização e cultura

Nesta terceira parte, o autor reflete sobre a indústria do livro em escala global e como isso pode afetar a oferta de diversidade de títulos (cada vez mais, as editoras tendem a ser absorvidas por "conglomerados", que, por sua vez, vão querer publicar apenas livros com potencial de vendas).

 O grande problema da cultura de best-sellers é precisamente este: as editoras precisam de livros de grande sucesso e venda rápida. As cadeias de livrarias, pressionadas também por custos, acentuam essa pressão, e o resultado final é a diminuição do espaço nos catálogos editoriais e nas prateleiras das livrarias para autores novos.

Por último, o autor escreve rapidamente sobre a importância da nossa literatura infantil e sobre sua divulgação no exterior.

Além de ser um livro bastante informativo, me fez refletir sobre a questão que o autor propõe já no título: O Brasil pode ser um país de leitores? 

Concluo que, sim, o Brasil pode ser um país de leitores, apesar da concorrência com TV, computador, tablets, celulares, videogame. No entanto, penso que algumas políticas que vêm sendo adotas precisam ser reforçadas ou alteradas:

1. construção de mais bibliotecas, principalmente em cidades do interior (em teoria, o governo já está ciente disso e trabalhando nisso, mas, na prática, não sei o que vem sendo feito);

2. criação de programas de incentivo à leitura desde a 1ª série do ensino básico, desde que a criança é alfabetizada (seja como matéria obrigatória ou como ciclos de leitura) e preparação de profissionais específicos para essa função;

3. incentivo fiscal para empresários que tenham interesse em abrir livrarias em locais em que elas não existem;

4. promoção do livro como uma forma interessante de entretenimento em bibliotecas e centros culturais;

5. incentivo/patrocínio a autores para divulgação de suas obras ou de literatura em geral em determinados locais, por meio de palestras e bate-papos;

6. incentivo a novos autores nacionais por meio de oficinas literárias e cursos de aprimoramento da escrita - isso eu acho importante para que as crianças não cresçam com a noção de que "livros nacionais não prestam" (revisando alguns livros, às vezes também fico com essa impressão, mas sei que também temos escritores excelentes) e se tornem leitores apenas de literatura estrangeira.


Biografia do autor retirada de seu blogue O Xis do Problema:

Felipe Lindoso é jornalista, tradutor, editor e consultor de políticas públicas para o livro e leitura. Foi sócio da Editora Marco Zero, Diretor da Câmara Brasileira do Livro e consultor do CERLALC – Centro Regional para o Livro na América Latina e Caribe, órgão da UNESCO. 
 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Aprenda a fabricar um best-seller com os Simpsons

Gosto muito dos Simpsons e, sempre que posso, assisto aos episódios na Band (antes passavam em dias de semana, menos quarta-feira, às 21h - era o tempo de chegar do trabalho, preparar o jantar e jantar vendo o desenho -, mas agora passam um seriado péssimo nesse horário e Simpsons às 22h). 

Essa semana vi um episódio chamado "A farsa dos livros" (The Book Job), baseado no filme "Efeito Dominó" (The Bank Job), que pretendo ver algum dia. Na verdade, vi metade do episódio, dormi de cansaço no meio dele e depois fiquei procurando o episódio completo na internet no dia seguinte - e encontrei! Ele pode ser visto inteiro, dublado e grátis aqui. [Nesse site também há vários outros episódios, dublados e legendados, descoberta do ano!]

O episódio "A farsa dos livros" é uma sátira sobre a indústria de best-sellers para adolescentes (tween lit), mas com uns pingos de verdade. Afinal de contas, toda editora a maioria das editoras quer publicar um livro que venda muito e gere muitos lucros, não importa se ele é bom ou não.

***

Os Simpsons vão a um espetáculo com dinossauros e lá, por acaso, Lisa descobre que sua autora favorita, T.R. Francis, na verdade, é apenas uma atriz contratada pela editora para se passar por autora e fica decepcionada. No espetáculo, a suposta autora trabalhava vestindo uma roupa de dinossauro.


A atriz-falsa-autora reluta um pouco, mas acaba contando à Lisa que os livros infantojuvenis são escritos com base em pesquisas de consumo e a decisão sobre o que publicar é tomada por um grupo de editores/investidores em uma reunião em que esses dados são apresentados. Ela conta também que os livros são escritos por "especialistas em literatura desesperadas por trabalho" (hahaha!), que trabalham exaustivamente e à base de remédios.

Escritoras ghost writers em suas baias


Quando uma morre de cansaço, é logo substituída por outra

Com um bom trabalho de marketing, depois o livro é lançado com grande sucesso.

Lisa em uma grande fila no dia do lançamento de mais um livro de T.R. Francis

Um tanto revoltada, Lisa conta a história para Homer, que tem a brilhante ideia de formar uma equipe com pessoas que possam contribuir para o projeto, ou seja, escrever um best-seller, vendê-lo e ganhar US$ 1 milhão em adiantamento por direitos autorais (hahaha). 

Algum tempo depois, Lisa descobre o que Homer está tentando fazer e diz que também vai escrever um livro dela, sem tramoias.


Lisa não consegue escrever nada porque fica procrastinando, mas a equipe de Homer, formada por Bart, diretor Skinner, Professor Frink, Patty, Moe e Neil Gaiman terminam o manuscrito e vão até uma editora apresentar o projeto para o diretor/investidor.


O editor gosta do projeto, mas diz que precisa de alguém para assumir a autoria do livro.


Homer convence Lisa a assumir a autoria do livro, embora depois se sinta mal (ela queria o nome dela na capa de um livro, mas depois comenta: "Me tornei o que eu mais odiava"). A equipe recebe o cheque e fica feliz (exceto Lisa)... até ver um modelo prévio, antes de o livro ser publicado, enviado pela editora.


Por conta de pesquisas de mercado, a editora altera todo o enredo do livro (os personagens não são mais trolls e, sim, vampiros, porque a aceitação de personagens trolls pelos adolescentes não era boa - hahaha), e isso mexe com o ego dos autores, que começam a surtar.


Bart tem um momento de "lucidez" e comenta algo do tipo: "E daí que mudaram o livro inteiro? Temos um cheque de 1 milhão!!", mas a equipe não se convence (o ego dos autores às vezes é algo fora do normal) e quer que o livro seja publicado conforme o manuscrito entregue à editora. Então armam um plano para invadir a gráfica da editora e trocar o arquivo a ser impresso.

Impressora rotativa para grandes tiragens

No fim das contas, acontecem uns cambalachos e Neil Gaiman (a voz no episódio original é dele!) fica com a autoria do livro, "apesar de ele não saber nem ler", e tira umas férias.


***

Minhas observações:

1. Algumas editoras realmente têm baias com pouco espaço iguais às que aparecem nesse episódio, mas nunca ouvi falar de escritores que trabalham internamente;

2. Não é comum autores desconhecidos ganharem adiantamento de direitos autorais, e muito menos um valor tão alto;

3. Opinião baseada em achismo: deve haver muito mais livros escritos por ghost writers e assinados por pessoas famosas do que imaginamos (principalmente as que estão sempre na mídia e têm vários compromissos muito mais importantes do que escrever um livro); não consigo julgar se o uso de ghost writer é "ético", mas sei que se o ghost writer faz um bom trabalho (melhor do que a pessoa que aparecerá como autor na capa faria), isso facilita a vida de editores e revisores envolvidos na publicação;

4. Não sei se editoras grandes fazem pesquisas de mercado relacionadas a títulos que pretendem lançar, mas livros são, sim, publicados de acordo com determinados critérios (óbvios ou subjetivos) dos editores ou do dono da editora ou dos filhos do dono (se os títulos que a própria editora publicou estão vendendo bem, mais títulos parecidos serão lançados; títulos que os concorrentes estão lançando e estão vendendo bem provavelmente serão imitados; o autor tem contatos importantes na mídia; o livro foi escrito por ou é sobre alguém famoso; o livro é polêmico; o livro é da filha de um amigo do editor, e ele deve um favor para esse amigo etc. ou às vezes é porque o editor realmente acredita no potencial do autor e do livro);

5. Depois desse episódio fiquei imaginando se a história da Stephenie Meyer, autora da série Crepúsculo, não foi criada para dar um pouco mais de emoção, charme e encanto a esses livros tão sem graça. Já faz um tempo, li na página da autora que ela sonhou com os personagens principais da série e, a partir desse sonho, escreveu os livros, foi recusada por várias editoras, inclusive algumas foram bem mesquinhas com ela, até a Little, Brown and Company se interessar pelo manuscrito dela - entre o sonho e o original ser aceito para publicação, passaram-se apenas seis meses; o depoimento completo pode ser lido aqui (em inglês). A história que a autora conta me pareceu muito mais interessante que a obra dela (daria um bom filme!), mas agora me questiono se tudo isso também não foi fabricado (pela própria autora ou pela editora);

6. Ghost writers devem ter uma certa maturidade e o próprio ego admiravelmente sob controle para abrir mão da autoria dos próprios textos ou talvez encarem esse trabalho como qualquer outro trabalho com texto. Encontrei esta página de um ghost writer brasileiro, em que ele explica os serviços que oferece e também tem uma entrevista que ele deu falando sobre o trabalho, anonimamente, é claro - vale a pena ler, é interessante;

7. Gosto do trabalho do Neil Gaiman, apesar de não ter lido muitos livros dele ainda.


quarta-feira, 12 de março de 2014

Editora Macmillan contrata editores

A Macmillan está contratando editores. São duas vagas – uma delas para editor digital. Para o cargo de editor (de livros físicos), o contratado terá que fazer análises das tendências de mercado e coordenar projetos, desde a sua conceitualização até a liberação para a gráfica. O candidato deve ter bons conhecimentos dos produtos da concorrência e inglês e espanhol avançados. Já para a vaga de editor digital, é exigido fluência no inglês, além de experiência com plataformas web e linguagens de programação (HTML, JavaScript, CSS e PHP) e amplo conhecimento de novas mídias, redes sociais e conteúdos digitais. A remuneração pode chegar a R$ 6 mil. Para se candidatar, os interessados podem enviar e-mail para fabiane.almeida@macmillan.com

Vaga publicada originalmente na Publishnews de 12/03/2014. Para visualizar o anúncio da vaga no site original, clique aqui.

terça-feira, 4 de março de 2014

Fundação SOS Mata Atlântica contrata Editor

A Fundação SOS Mata Atlântica contrata Editor. O profissional atuará na produção e revisão de conteúdos e artigos para a ONG. Confira o perfil e detalhes a seguir.
Local da vaga: Sede da SOS Mata Atlântica – São Paulo – SP
Carga horária: 40 horas
Atividades:
Produção e revisão de artigos, textos e geração de conteúdo para publicações e materiais informativos da Fundação SOS Mata Atlântica;
Planejamento e coordenação de pesquisas e produção de relatórios e publicações;
Suporte às áreas e coordenação dos projetos institucionais.
Habilidades e conhecimentos
Formação universitária em Jornalismo, Letras ou áreas correlatas.
Excelente redação e domínio da língua portuguesa e agilidade para redação de artigos e textos.
Familiaridade com ferramentas da Internet, como gerenciamento de conteúdo online, blogs, redes e comunidades de relacionamento.
Desejável familiaridade com questões ambientais e conhecimento dos projetos e ações da Fundação SOS Mata Atlântica.
Iniciativa, organização e facilidade para trabalhar em equipe.
Envio de Currículos
Os interessados devem enviar currículos no corpo do email com proposta de trabalho e pretensão salarial até 7 de março para o email  cv-editor@sosma.org.br, com assunto “VAGA PARA EDITOR”.Enviar, em anexo, 2 textos ou artigos produzidos, preferencialmente sobre a temática ambiental.
Só serão analisados texto e currículos apresentados no corpo do e-mail e que correspondam ao perfil solicitado.
Só serão contatados os profissionais selecionados para as próximas etapas da seleção.
Link oficial sobre a vaga: http://www.sosma.org.br/17251/fundacao-tem-vaga-para-editor/

segunda-feira, 3 de março de 2014

Nem sempre o trabalho na editora é animado


Eu estava procurando uma imagem para ilustrar o post de hoje e, por acaso, encontrei a capa desse livro infantil. The Boring Book ("O Livro Chato" ou "O Livro Entediante") foi escrito e ilustrado pela Vasanti Unka, uma autora, ilustradora e designer da Nova Zelândia. Li a sinopse dele e, pelo que entendi, um dia, as palavras de um livro entediante simplesmente fogem. Deve ser engraçado e também uma pequena reflexão sobre a publicação de livros chatos, que serão muito pouco ou nunca lidos. Não tem exatamente a ver com o post, mas gostei dos traços do desenho e de o livro ser engraçadinho e vou manter.

Hoje trago à baila uma questão sobre a qual os editores não costumam comentar: livros "difíceis", "problemáticos", "chatos" ou que demoram muito mais a ser editados e publicados do que o planejado (isso quando há planejamento). E por que isso acontece?

Após refletir um pouco, cheguei a essa lista (a partir das minhas experiências e de situações das quais já ouvi falar) com alguns motivos possíveis:

1. Falta de planejamento e comunicação do Departamento Editorial - as informações não são bem explicadas nem compartilhadas com todos os membros da equipe que trabalharão com a obra e cada um entende uma coisa;

2. O autor nacional envia o original e ele não é bem avaliado - o editor/assistente editorial não levanta os problemas que o arquivo apresenta e a eventual necessidade de ajustes por parte do autor;

3. O tradutor atrasa a entrega da tradução do livro e inventa mil e uma desculpas para ficar postergando mais e mais a entrega;

4. O tradutor que havia feito um teste maravilhoso entrega um "trabalho-bomba" (chega na mão do editor e "explode"),  cheio de erros e/ou problemas e/ou saltos de tradução;

5. O tradutor não aceita as alterações do preparador de texto e ficam discutindo e trocando acusações por um período razoável (embora às vezes um ou outro tenha razão);

6. Na editora não existe alguém que faça o projeto gráfico do livro e o livro simplesmente começa a ser diagramado da forma como o(a) diagramador(a) acha mais conveniente - e depois talvez precise ser todo rediagramado por falta de conhecimento ou senso crítico do diagramador;

7. A editora passa um prazo absurdamente curto e impossível para os ilustradores e eles não conseguem cumprir ou cumprem mas entregam um trabalho mal feito ou errado - o trabalho precisa ser avaliado e refeito;

8. Não há um profissional para fazer a pesquisa iconográfica, alguém de outra área faz o levantamento de compra de fotos de banco de imagens, mas o valor é absurdo e o editor não aprova - e o livro empaca;

9. O autor nacional faz algumas exigências absurdas, como, por exemplo, querer que o cachorro dele saia na capa (sendo que o livro dele é sobre astronomia) ou pedir que a capa tenha estrelinhas que brilham no escuro (na minha opinião, autor é autor, designer é designer e o autor não deveria ter o poder de decidir sobre isso - a não ser quando se trata de autopublicação, aí pode fazer a breguice que for, afinal de contas ele é um autor-cliente e está pagando);

10. No fim do processo, quando o arquivo já está para ir para a gráfica, descobre-se que o último revisor não fez um bom trabalho e que o texto continua com um monte de erros e o livro precisa passar por mais um revisor.

Para mim, boa parte de tudo isso poderia ser evitado com um bom planejamento editorial. A partir do momento em que o original do livro fosse aprovado para publicação, um sério levantamento deveria ser feito, considerando-se a data de publicação planejada:

- O livro é ilustrado? A data de publicação comporta tempo hábil de "n" ilustrações pelo(s) ilustrador(es)? Algumas ilustrações solicitadas pelo autor podem/devem ser eliminadas?

- O livro tem imagens? O orçamento destinado ao livro comporta a eventual necessidade de compra de direitos de uso dessas imagens?

- O livro tem trechos com direitos autorais de terceiros? Esses direitos precisariam ser comprados? O orçamento para o livro é suficiente para essa compra?

- Qual o estado do texto? (   ) Excelente   (   ) Bom   (   ) Razoável   (   ) Péssimo 
Quanto pior estiver o texto, mais tempo ele demandará para revisão/revisões e solução de dúvidas entre revisor/autor ou editor/autor, portanto, mais tempo para ser publicado.

- A partir do levantamento do estado do original, uma data de publicação realista deve ser estimada.

Uma informação importante: trabalhar com profissionais competentes (autores, editores, colegas de trabalho internos, tradutores, revisores, designers, diagramadores, ilustradores, capistas, iconógrafos etc.) ajudam e muito no processo. Se cada um faz bem a sua parte, a probabilidade de haver problemas depois é baixa.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Vaga de estágio - Grupo A - Produção Editorial

Salário: Até R$ 1.000,00
3 vagas: Porto Alegre - RS (3 vagas)

17/01/14

Dados da vaga: 

  • Deverá estar cursando: Ensino Superior cursando em Letras, Comunicação Social ou áreas afins.
  • Prestar auxílio nas atividades diárias, como conferência de emendas, revisão de textos, checklist de provas de livros, arquivamento de materiais, entre outros.
  • Conhecimentos em pacote Office (Word, Excel e Power Point), conhecimentos gramaticais e ortográficos. Boa comunicação, trabalho em equipe.
Benefícios: Participação nos lucros, Tíquete-refeição
Horário: Diurno

Perfil: Estagiário

Fonte: Trabalhe Conosco GRUPO A - Faça parte da nossa equipe!

Vaga para revisor - Editora Unicamp (concurso)

Grifei as informações mais importantes.
Para ler ver as informações no link original, clique aqui
 
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

DIRETORIA GERAL DE RECURSOS HUMANOS

EDITAL ABERTURA nº 3/2014


A Diretoria Geral de Recursos Humanos da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, por intermédio da Divisão de Planejamento e Desenvolvimento, torna pública a abertura de inscrições no Concurso Público para a função de Profissional de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - PROFISSIONAL DA ARTE, CULTURA E COMUNICAÇÃO da Carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.



1. Instruções Especiais
1.1 - O Concurso Público destina-se ao preenchimento de 01 vaga para atuar junto à(ao) EDITORA da UNICAMP, bem como as que porventura vierem a surgir durante o seu prazo de validade na UNICAMP.

1.2. Em virtude do número de vagas, não se aplicam ao presente concurso público os dispositivos da lei Complementar 683/92.

1.3. O número de vagas pode apresentar alteração, por motivos supervenientes, durante o prazo de validade do concurso público.

1.4. A admissão na função será regida pelo Estatuto dos Servidores da Universidade (ESUNICAMP).

1.5. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, podendo variar para os períodos diurno, noturno, misto, na forma de revezamento ou escala de serviços.

1.6 O salário inicial da função em disputa será de R$ 4.972,01, correspondente ao nível de complexidade 06-E da Carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.



2. Requisitos
2.1. Obrigatórios:

2.1.1. Escolaridade: Ensino Superior completo em instituição de ensino reconhecida pelo MEC, cuja comprovação será exigida quando da convocação para admissão;

2.1.2. Experiência Profissional: Experiencia comprovada em revisão de livros, cuja comprovação deverá ser entregue no período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado, juntamente com os resultados das provas Escrita Objetiva e Escrita Dissertativa;

2.1.2.1. Serão considerados para fins de comprovação de experiência profissional: Carteira de Trabalho e Previdência Social (cópias legíveis dos dados de identificação, foto e contratos de trabalho) e/ou Declaração de Empregador de modo a permitir a averiguação de veracidade e acuidade das informações. A declaração é obrigatória nos casos em que a nomenclatura da função na carteira de trabalho não estiver de forma clara que permita comprovar os requisitos de experiência, devendo neste caso serem especificadas as atividades desempenhadas. Não serão consideradas atividades de estágio;

2.1.3. Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou cidadão Português a quem foi deferida a igualdade, nas condições previstas pelo Decreto Federal n. 70.436/72;

2.1.4. Ter completado 18 anos de idade na data da admissão;

2.1.5. Não ter sido demitido por justa causa da Universidade Estadual de Campinas;

2.1.6. Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, cuja comprovação deverá ser entregue em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado, quando da convocação para admissão;

2.1.7. Ter boa conduta comprovada através do Atestado de Antecedentes Criminais negativo, cuja comprovação deste deverá ser entregue em período a ser divulgado no Diário Oficial do Estado, quando da convocação para admissão, devendo o candidato observar o prazo para a obtenção do mesmo;

2.1.8. Gozar de boa saúde física e mental, estando apto para o exercício da função, sem qualquer restrição.

 3. Das Atribuições da função
3.1. A descrição das atividades da função constam no anexo 2 do presente edital.



4. Das Inscrições
4.1. On-line:

4.1.1. A inscrição on-line será efetuada via internet, no endereço eletrônico http://www.dgrh.unicamp.br, e solicitada no período entre 08:00 horas do dia 24/02/2014 e 17:00 horas do dia 10/03/2014, observado o horário de Brasília/DF;

4.1.2. A Diretoria Geral de Recursos Humanos não se responsabilizará por solicitação de inscrição não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas na comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem as transferências de dados;

4.1.3. O candidato deverá obrigatoriamente preencher a ficha de solicitação de inscrição e o currículo on-line disponíveis no momento da inscrição. As informações prestadas serão de inteira responsabilidade do candidato;

4.1.4. O candidato portador de necessidades especiais deverá obrigatoriamente especificar e indicar, na ficha de inscrição, o tipo de deficiência de que é portador;

4.1.4.1. Caso necessite de condições especiais para se submeter às provas, o candidato portador de necessidades especiais deverá solicitá-las por escrito até o segundo dia útil após o encerramento das inscrições. A solicitação deverá ser protocolada no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos - Prédio 3 da Reitoria - Campus da Unicamp - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo - Campinas, juntamente com o laudo médico que ateste a espécie e o grau da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID;

4.1.4.2. A ausência dessas informações implica aceitação pelo candidato de realizar as provas em condições idênticas às dos demais candidatos;

4.1.4.3. O atendimento às condições especiais pleiteadas ficará sujeito, por parte da Unicamp, à análise da razoabilidade do solicitado;

4.1.5. O boleto bancário estará disponível para impressão e pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$62,00, após a conclusão do preenchimento da ficha de solicitação de inscrição e currículo on-line. O pagamento deverá ser efetuado até o primeiro dia útil subsequente ao último dia do período destinado ao recebimento de inscrição via internet, indicado no item 4.1.1 deste item;

4.1.5.1. As inscrições somente serão consideradas aceitas após a confirmação, pelo Banco, do pagamento referente à taxa de inscrição;

4.1.5.2. Em hipótese alguma haverá restituição da taxa de inscrição, bem como isenção total do pagamento;

4.1.6. A confirmação de inscrição será publicada no Diário Oficial do Estado em 26/03/2014;

4.1.7. Antes de efetuar a sua inscrição, o candidato deverá conhecer o edital de abertura de inscrições e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos. Uma vez efetivada a inscrição, não será permitida em hipótese alguma alterações das informações prestadas, bem como de função e/ou do edital disponível;

4.1.8. O candidato deverá declarar, na solicitação de inscrição via internet, que está ciente das condições exigidas no presente edital. A inscrição do candidato implicará no conhecimento e na tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar qualquer espécie de desconhecimento;

4.1.9. É vedada a inscrição condicional, extemporânea, via postal, via fax ou via correio eletrônico;

4.1.10. É vedada a transferência de valor pago a título de taxa para terceiros, assim como a transferência da inscrição para outrem ou para outro Concurso Público;

4.1.11. Para efetuar a inscrição, é imprescindível o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) do candidato;

4.1.11.1. O candidato que não possuir CPF deverá solicitá-lo nos postos credenciados, localizados nas agências bancárias, Correios e Telégrafos e na Receita Federal, em tempo hábil, isto é, de forma que consiga obter o respectivo número antes do término do período de inscrição;

4.1.11.2. Terá sua inscrição cancelada e será automaticamente eliminado do concurso público o candidato que usar o CPF de terceiro para realizar a sua inscrição;

4.1.12. O comprovante de inscrição deverá ser mantido em poder do candidato e apresentado, se necessário e quando solicitado;

4.2. Disponibilização para acesso à inscrição on-line:

4.2.1 A UNICAMP/DGRH disponibilizará um posto de atendimento para a realização da inscrição, on-line, para os candidatos que não possuem acesso à internet, nos dias 24/02/2014 a 10/03/2014, exceto sábados, domingos e feriados, das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 16:00 horas no seguinte local:


  • Editora da Unicamp - Departamento Administrativo, à Rua Caio Graco Prado, 50 - Campus Unicamp - Cidade Univerrsitária "Zeferino Vaz" - Barão Gealdo - Campinas -SP.

  • O Candidato deverá apresentar-se ao posto de atendimento munido do Documento de Identidade e do Cadastro de Pessoa Física (CPF);

  • Editora da Unicamp - Departamento Administrativo, à Rua Caio Graco Prado, 50 - Campus Unicamp - Cidade Univerrsitária "Zeferino Vaz" - Barão Gealdo - Campinas -SP.

  • O Candidato deverá apresentar-se ao posto de atendimento munido do Documento de Identidade e do Cadastro de Pessoa Física (CPF);

    4.3. Redução parcial da taxa de inscrição:

    4.3.1. Amparado pela Lei Estadual nº 12.782, de 20.12.2007, o candidato terá direito à redução de 50% (cinquenta por cento) do valor do pagamento da taxa de inscrição, desde que CUMULATIVAMENTE atenda aos seguintes requisitos:

    a) seja estudante regularmente matriculado em uma das séries do ensino fundamental ou médio, curso pré-vestibular, ou curso superior, em nível de graduação ou pós-graduação e

    b) perceba remuneração mensal inferior a 02 (dois) salários mínimos, ou estiver desempregado;

    4.3.2. O candidato que preencher as condições estabelecidas no item 4.3.1 deste edital deverá solicitar a redução do pagamento da taxa de inscrição obedecendo aos seguintes procedimentos:

    4.3.2.1. Realizar a inscrição no endereço eletrônico previsto no item 4.1.1 e 4.1.3;

    4.3.2.2. Preencher total e corretamente em 2 (duas) vias o formulário de requerimento de solicitação de redução de taxa de inscrição disponível no site www.dgrh.unicamp.br;

    4.3.2.3. Imprimir o comprovante de inscrição e o requerimento de solicitação de redução da taxa de inscrição e protocolar nos dias 24/02/2014 a 10/03/2014, exceto sábados, domingos e feriados , das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos - Prédio 3 da Reitoria - Campus da Unicamp - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo - Campinas, juntamente com cópias comprobatórias dos seguintes documentos:

    a) certidão ou declaração expedida por instituição de ensino público ou privada, comprovando a sua condição estudantil; ou carteira de identidade estudantil ou documento similar, expedido por instituição de ensino público ou privado, ou por entidade de representação estudantil; e

    b) comprovante de renda especificando perceber remuneração mensal inferior a 02 (dois) salários mínimos comprovados através de Contracheque ou Recibo de Pagamento por serviços prestados ou Envelope de Pagamento ou Declaração do empregador; ou Extrato de Rendimentos fornecidos pelo INSS ou outras fontes. Na falta deste, extrato bancário identificado com o valor do crédito do benefício; ou

    c) Recibo de seguro Desemprego e do FGTS; ou Documentos de Rescisão do último contrato de trabalho, mesmo que temporário. No caso de contrato em Carteira de Trabalho, anexar ainda as cópias da página de identificação. Serão considerados desempregados os candidatos que tendo estado empregados em algum momento, estiverem sem trabalho no período da inscrição;

    4.3.3. Não serão considerados os documentos encaminhados por outro meio que não o estabelecido neste item, deste Edital;

    4.3.4. A informação sobre o deferimento ou não do pedido de redução da taxa de inscrição, será enviada ao candidato, até o prazo final das inscrições, através do e-mail cadastrado quando de sua inscrição. O candidato que tiver a solicitação deferida deverá imprimir boleto com valor da taxa de inscrição reduzida, até a data de vencimento prevista;

    4.3.5. O candidato que não efetivar a inscrição mediante o recolhimento do respectivo valor da taxa, reduzida ou plena, conforme o caso, terá o pedido de inscrição não confirmado;

    4.3.6. Será eliminado do concurso público o candidato que, não atendendo, à época de sua inscrição, aos requisitos previstos no item 4.3.1 deste item, tenha obtido, com emprego de fraude ou qualquer outro meio que evidencie má fé, a redução de que trata a referida lei.



    5. Das provas
    5.1. O concurso público constará das seguintes etapas:

  • Prova Escrita Objetiva (eliminatória e classificatória);

  • Prova Escrita Dissertativa (eliminatória e classificatória);

  • 5.2. A Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa versarão sobre conteúdo programático constante no anexo 1 do presente edital;

    5.3. A aplicação das etapas de provas poderá ocorrer em dias úteis, sábados e domingos.

    5.4. A divulgação do dia, horário e local de realização das Provas Escrita Objetiva e Escrita Dissertativa, bem como a confirmação do dia de realização das provas, será no dia 26/03/2014 no Diário Oficial do Estado e pela internet (www.dgrh.unicamp.br). A data provável para a realização das provas escritas objetiva e escrita dissertativa será dia 13/04/2014. O cumprimento da data prevista dependerá da disponibilidade de locais adequados para a relização das provas;

    5.5. A data, horário e local para entrega da documentação solicitada no item 2.1.2. bem como a data de resultado da análise da documentação pela Comissão Examinadora do Concurso Público, serão divulgados através do edital de resultado das provas escritas objetiva e dissertativa, a ser publicado em Diário Oficial do Estado e pela internet (www.dgrh.unicamp.br), com antecedência mínima de 5 (cinco) dias;

    5.5.1. Caso o candidato não comprove a experiência profissional solicitada no item 2.1.2. será considerado eliminado no Concurso Público na forma do item 5.11.4.

    5.6. As questões da prova escrita objetiva serão do tipo múltipla escolha. O candidato deverá assinalar com caneta as respostas da prova escrita objetiva na Folha de Respostas, que será o único documento válido para correção da prova. O preenchimento da Folha de Respostas será de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas contidas nos cadernos de questões;

    5.7. A prova escrita dissertativa deve ser manuscrita, em letra legível e respondida com caneta;

    5.8. As folhas do caderno de respostas não poderão ser assinadas, rubricadas, nem conter em outro local que não o apropriado, qualquer palavra ou marca que as identifique, sob pena de anulação das provas;

    5.9. Os candidatos deverão comparecer ao local das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos à hora estabelecida para seu início, munidos de lápis, caneta azul ou preta e borracha, e somente será admitido às provas o candidato que exibir, no ato, documento de identidade original com foto. Não serão aceitos documentos ilegíveis, não identificáveis e ou danificados;

    5.9.1. Não será admitido o ingresso de candidato no local de realização das provas após o horário fixado para o seu início;

    5.10. É vedada a utilização de aparelhos celulares ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos não especificados neste edital, corretivo líquido, caneta marca texto, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. A Unicamp fornecerá embalagens nas quais o candidato deverá guardar o aparelho celular desligado. Ao entrar na sala de prova e receber a embalagem, o candidato deverá desligar imediatamente o aparelho celular e colocá-lo na embalagem. Os candidatos devem retirar os celulares das embalagens após saírem do prédio;

    5.11. Será eliminado do concurso público o candidato que:

    5.11.1. Agir com descortesia em relação aos examinadores e seus auxiliares ou autoridades presentes;

    5.11.2. For surpreendido durante a realização das provas, comunicando-se com outro candidato, ou utilizando-se de livros, notas ou impressos não permitidos;

    5.11.3. Deixar de atender a qualquer das convocações da Universidade;

    5.11.4. O não comparecimento às provas ou ainda a não apresentação da documentação solicitada excluirá o candidato automaticamente do concurso público;

    5. 12. Não haverá segunda chamada para nenhuma das provas ou entrega da documentação, seja qual for o motivo alegado;

    5.13. Não serão dadas, por telefone, informações a respeito de datas, de locais e de horário de realização das provas. O candidato deverá observar rigorosamente os editais e os comunicados a serem divulgados na forma dos itens 5.4 e 5.5.



    6. Do Julgamento, Habilitação e Classificação
    6.1. A Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa serão avaliadas na escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos e somente será considerado habilitado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 6 (seis) na Prova Escrita Objetiva e 6 (seis) na Prova Escrita Dissertativa observando a seguinte escala:

  • Prova Escrita Objetiva - peso 1 (um);

  • Prova Escrita Dissertativa - peso 2 (dois);

  • 6.2. A prova escrita dissertativa será aplicada no mesmo dia da prova escrita objetiva a todos os candidatos que tiveram suas inscrições confirmadas, mas somente serão corrigidas as dos candidatos habilitados na prova escrita objetiva na forma do item 6.1. As duas provas deverão ser realizadas no tempo máximo de 04 (quatro) horas;

    6.3. A nota final será a média ponderada dos pontos obtidos na Prova Escrita Objetiva e a Prova Escrita Dissertativa;

    6.4. Os candidatos habilitados serão classificados de acordo com a nota final;

    6.5. Em caso de igualdade de nota final, terá preferência, sucessivamente:

    a) o candidato com idade mais elevada, considerando os candidatos com idade igual ou superior a sessenta anos, conforme parágrafo único do artigo 27 do Estatuto do Idoso;

    b) obtiver maior nota na Prova Escrita Dissertativa;

    c) persistindo o empate, terá preferência sucessivamente o candidato mais velho.




    7. Dos Recursos
    7.1. Terá o candidato até 2 (dois) dias para a interposição de recursos, tendo como termo inicial o primeiro dia útil subseqüente à aplicação das provas ou a divulgação de resultados e gabarito da prova escrita objetiva;

    7.2. A matéria do recurso será restrita à alegação de irregularidade insanável ou de preterição de formalidade essencial e não terá efeito suspensivo;

    7.3. O candidato deverá preencher em 2 (duas) vias o formulário de recurso disponível no site www.dgrh.unicamp.br devendo utilizar 1 (um) formulário para cada questão. Formulários contendo mais de 1 (uma) questão não serão aceitos;

    7.4. O recurso será dirigido à Diretoria Geral de Recursos Humanos devendo ser protocolado no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos - Prédio 3 da Reitoria - Campus da Unicamp - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo - Campinas/SP, contendo os fundamentos da pretensão;

    7.4.1. Não serão aceitos recursos interpostos pelos Correios, por meio de fax, por email ou por qualquer outro meio além no previsto neste edital;

    7.5. Admitido o recurso, será encaminhado à Comissão Examinadora, quando a ela pertinente, que deverá proferir manifestação fundamentada sobre o assunto, decidindo pela reforma ou manutenção do ato recorrido, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, que será publicada em Diário Oficial do Estado e no site:www.dgrh.unicamp.br;

    7.6. Não serão aceitos, sob hipótese alguma, pedidos de revisão ou vista de prova, bem como arredondamento de médias, em quaisquer fases do concurso público;

    7.7. As respostas dos recursos estarão a disposição do recorrente na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos - Prédio 3 da Reitoria - Campus da Unicamp - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo - Campinas/SP;

    7.7.1. O recorrente que desejar obter cópia da resposta de seu recurso, deverá solicitá-la por escrito. A solicitação deverá ser protocolada no horário das 09:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas, na Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos - Prédio 3 da Reitoria - Campus da Unicamp - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo - Campinas;

    7.8. Se da análise dos recursos contra a prova escrita objetiva e ou escrita dissertativa resultar anulação de questão, os pontos a ela correspondentes serão atribuídos a todos os candidatos presentes, independentemente da formulação de recurso.



    8. Da convocação e admissão
    8.1. A convocação obedecerá à rigorosa ordem de classificação. Os candidatos serão convocados através de edital a ser publicado no Diário Oficial do Estado;

    8.2. O candidato deverá atender aos requisitos dos itens 2.1.1, 2.1.3, 2.1.4, 2.1.5, 2.1.6, 2.1.7 , deste edital, apresentando os comprovantes das condições ali estabelecidas e demais documentos necessários, conforme relação a ser entregue ao candidato quando da convocação;

    8.2.1. Para comprovação do item 2.1.8 do edital o candidato deverá se submeter a exame médico pré-admissional, a ser realizado pela UNICAMP em data a ser oportunamente agendada;

    8.3. O não atendimento à convocação e/ou a inexatidão ou irregularidade da comprovação do disposto nos itens 8.2 e 8.2.1 deste edital eliminará o candidato do concurso público;

    8.4. O candidato será considerado desistente e excluído tacitamente deste Concurso Público quando não comparecer às convocações na data estabelecida ou manifestar sua desistência por escrito;

    8.5. Será excluído do certame o candidato que, ao ser convocado, não aceitar ser admitido na unidade indicada pela UNICAMP;

    8.6. O candidato não deverá ocupar cargos públicos ou receber proventos de aposentadoria, ressalvados os cargos acumuláveis previstos no Artigo 37, inciso XVI da Constituição Federal e Decreto Estadual n.41.915/97;

    8.7. A admissão para a função dar-se-á nos termos do Estatuto dos Servidores da Universidade (ESUNICAMP). O candidato admitido deverá cumprir estágio probatório referente a um período de 03 (três) anos de efetivo exercício, durante o qual será submetido à avaliação especial de desempenho, nos termos da legislação aplicável à UNICAMP. Passado o período do estágio probatório e tendo sido considerado apto, o admitido passará a gozar da estabilidade prevista no Artigo 41, parágrafo 4º da Constituição Federal;

    8.8. O candidato terá 30 (trinta) dias a partir da publicação de sua admissão no Diário Oficial do Estado para entrar em exercício. O não atendimento do prazo será considerado como desistência da função por parte do candidato.



    9. Da Comissão Examinadora
    9.1. Compete à Comissão Examinadora processar o certame, cabendo indicar as matérias sobre as quais versarão as provas, formular as questões, realizar as provas escritas, emitir julgamentos mediante atribuição de notas, analisar documentações e apreciar os recursos eventualmente interpostos;

    9.2. Na hipótese de superveniente incapacidade ou impedimento de membro da Comissão Examinadora, a Diretoria Geral de Recursos Humanos, providenciará se necessária a substituição, qualquer que seja a fase do concurso público, sem prejuízo dos atos já praticados;

    9.3. A Comissão Examinadora do concurso público está assim constituída:

    Titulares: Eduardo Roberto Junqueira Guimaraes, Jose Emilio Maiorino, Ricardo Pereira Lima, Elisabeth Regina Marchetti, Lucia Helena Lahoz Morelli.

    Suplentes: Silvana de Novais, Francis de Freitas.



    10. Disposições Finais
    10.1. A inscrição implicará no conhecimento das presentes instruções pelos candidatos e no compromisso tácito de aceitação das condições do concurso público, tais como aqui se acham estabelecidas;

    10.2. O resultado final das provas será publicado no Diário Oficial do Estado;

    10.3. O concurso público terá validade de 01 (um) ano a contar da data de publicação do edital de homologação em Diário Oficial do Estado, podendo ser prorrogado por igual período;

    10.4. O candidato deverá manter atualizado seu endereço junto à Divisão de Planejamento e Desenvolvimento da Diretoria Geral de Recursos Humanos. São de inteira responsabilidade do candidato prejuízos decorrentes da não atualização do seu endereço;

    10.5. A UNICAMP não se responsabiliza por eventuais prejuízos ao candidato decorrentes de:

    a) endereço não atualizado;

    b) endereço de difícil acesso;

    c) correspondência devolvida pela ECT por razões diversas de fornecimento e/ou endereço errado do candidato;

    d) correspondência recebida por terceiros;

    10.6. Os candidatos não classificados deverão requerer a devolução dos documentos apresentados no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data da publicação da homologação do referido concurso público, findo o qual serão inutilizados;

    10.7. A não comprovação ou a inexatidão no atendimento do disposto no presente edital, no prazo estabelecido, eliminará o candidato do concurso público;

    10.8. Os itens deste edital poderão sofrer eventuais alterações, atualizações ou acréscimos enquanto não consumada a providência ou evento que lhes disser respeito, até a data de convocação para a etapa correspondente, circunstância que será mencionada em Edital a ser publicado;

    10.9. Todos os atos e editais referentes a este concurso público serão divulgados no Diário Oficial do Estado e no site www.dgrh.unicamp.br.


    ANEXO 1

    PROGRAMA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



    PROGRAMA:
    1. Língua e gramática: 1.1. Concepções de gramática; tipos de gramática. Correção e incorreção. Propriedade e impropriedade. 1.2. A normalização do texto e a questão do estilo. 2. Língua Portuguesa (padrão culto): 2.1 - Grupos vocálicos. 2.2 - Divisão silábica. 2.3 - Ortografia (atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, em vigor no Brasil a partir de 2009). 2.4 - Estrutura de palavras. 2.5 - Flexões do substantivo. 2.6 - Flexões do adjetivo. 2.7 - Verbos: classificação, conjugação, predicação. 2.8 - Crase. 2.9 - Pronomes: classificação e seu emprego. 2.10 - Palavras homônimas, parônimas, cognatas e sinônimas. Propriedade vocabular. 2.11 - Estrutura da oração e do período. 2.12 - Concordância verbal e nominal. 2.13 - Regência verbal e nominal. 2.14 - Emprego dos tempos e modos verbais. 2.15 - Sintaxe de colocação. 2.16 - Pontuação. 3. Editoração: 3.1. Marcas de revisão. 3.2. Etapas da revisão. 3.3. Bibliografia. 3.3. Indexação. 3.4. Citação e realce gráfico. 3.5. Estrutura do livro (parte pré-textual, parte textual, parte pós-textual, elementos extratextuais).




    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
    ARAÚJO, Emanuel. A construção do livro: Princípios da técnica de editoração. 2ª edição revista e atualizada. Rio de Janeiro, Lexikon, 2011. BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Atualizada pelo Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Editora Lucerna, 2009. COSTA VAL, M. Graça. Redação e textualidade. 3ª edição. São Paulo, Martins Fontes, 2006. CUNHA, C. F. e CINTRA, L. F. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 6ª edição. Rio de Janeiro, Lexikon, 2013. FARIA, Maria Isabel e PERICÃO, Maria da Graça. Dicionário do livro: Da escrita ao livro eletrônico. São Paulo, Edusp, 2008. HENRIQUES, Claudio Cezar. A nova ortografia: O que muda com o Acordo Ortográfico. 5ª edição. Rio de Janeiro, Campus/Elsevier, 2009. LETRAS, Academia Brasileira. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. 5ª edição. São Paulo, Global Editora, 2009. LIMA, Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa (edição revista segundo o novo Acordo Ortográfico). 51ª edição. Rio de Janeiro, José Olympio, 2013. LUFT, Celso Pedro. Novo manual de português. São Paulo, Globo, 2005.

    ANEXO 2

    DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

    Rever textos, atentando para as expressões utilizadas, sintaxe, ortografia e precisão para assegurar-lhes correção, clareza, concisão e harmonia. Recolher, redigir, interpretar e organizar informações. Fazer seleção, revisão e preparo definitivo de matérias a serem divulgadas em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público.



    DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO

    quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

    A confecção do livro: produção gráfica editorial - Formação a Distância - Março 2014

    Carga Horária: 39 horas
    Data: 26 de março a 18 de junho de 2014
    Inscrições até: 20/03/2014 ou enquanto houver vagas.
    Valor: R$ 410
    Para mais informações, clique aqui

    Local  
    O curso será online, oferecido pela Universidade do Livro (UNIL) em parceria com o Instituto Brasil Leitor (IBL), Núcleo de Educação a Distância da Unesp (NEaD), TV Unesp, Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp (ACI) e utilizará o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – Moodle.

    Público Alvo
    Produtores gráficos, designers de mídia impressa, compradores e vendedores de serviços gráficos, editores, assistentes editoriais, bibliotecários, empreendedores e futuros empreendedores, estudantes de arte, design, arquitetura, comunicação e editoração.
    INFORMAÇÕES IMPORTANTES
    Pagamentos:
    em boleto: até dia 14 de março de 2014; em cartão de crédito: até dia 20 de março de 2014.

    Conteúdo
      A anatomia do livro. O processo de produção, suas variáveis e mecanismos de controle. A pré-impressão – texto e imagem; fotografia, ilustração, softwares de editoração eletrônica e tratamento de imagens. Fotolitos e provas, sistemas analógico e digital (CTP/DTP). A impressão: sistemas, papéis e tintas de impressão. Impressão em baixas tiragens (on demand). O acabamento: formatos, montagem dos cadernos, colecionamento e encadernação, acabamentos especiais. Critérios para avaliação da qualidade do produto. Critérios de escolha de fornecedores de material e serviços gráficos.

    Objetivos
      Fornecer elementos para o conhecimento básico do processo de produção do livro, destacando as várias etapas desse processo, sua interrelação e a importância do controle em cada uma delas para a qualidade do produto.

    Metodologia
      Este curso requer uma dedicação de, ao menos, 3 horas semanais para o estudo dos conteúdos e a realização dos exercícios.
    A partir de 26 de março e a cada 4a. feira, estará disponível uma nova aula na plataforma, até o término do curso (18 de junho de 2014).
    Entre os dias 24 e 25 de março, os inscritos receberão um e-mail com as informações sobre o acesso à plataforma do curso (login, senha, etc.).
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
    Para a aprovação do curso o aluno deverá, por meio da plataforma:
    1. realizar as atividades sugeridas;
    2. realizar 70% do total de exercícios indicados durante as aulas.

    Observação: A inobservância dos critérios apresentados acarretará a não conclusão do curso.
      ATENÇÃO!!!

    Para realizar boa parte dos exercícios propostos ao longo do curso de Produção Gráfica Editorial, é necessário manusear diretamente alguns livros que possuem características específicas abordadas nas aulas. Assim, escolha 01 livro de cada um dos grupos de obras que se seguem (G1, G2, G3, G4 e G5) e componha um conjunto de 05 títulos que irá subsidiar suas atividades. Todas as obras de um mesmo grupo possuem características afins para os objetivos visados pelo curso, por isso não podem ser repetidas obras de um mesmo grupo na organização do conjunto. Uma vez selecionadas as obras e fechado o conjunto, tanto você pode adquiri-las numa livraria de sua cidade quanto pode comprá-las em livrarias virtuais, voltadas ao e-commerce (sugestão de sites de livrarias virtuais: www.saraiva.com.br; www.livrariacultura.com.br; www.siciliano.com.br; www.submarino.com.br )*. Ou, se for mais conveniente para você, pode simplesmente não comprar as obras, limitando-se a manuseá-las em livrarias ou bibliotecas de sua cidade. O importante é o contato sensorial com esses livros.
    Exemplo de conjunto de obras para realização dos exercícios:
    1. Angry birds – Os azuis (obra selecionada de G1)
    2. Menino Drummond (obra selecionada de G2)
    3. Dicionário de um banana 7 – Segurando vela (obra selecionada de G3)
    4. Dylan (obra selecionada de G4)
    5. Seu guia passo a passo Paris (obra selecionada de G5)
    Clique aqui para baixar a planilha de livros.
    (*) Caso você opte por fazer a compra dos livros que compõem o conjunto básico necessário para o curso na Livraria da Unesp (contato com a Sra. Maria Antonia pelo e-mail: livraria@editora.unesp.br ou pelos telefones: (11) 3107-2623, 3242-7171/ramal 102), poderá adquiri-los com um desconto especial, concedido exclusivamente para os alunos participantes do curso.

    Docente
      Márcia Signorini
    Arquiteta, mestre e doutora pela FAU-USP, especializada em tecnologia gráfica e controle de qualidade. Diretora da Signorini Produção Gráfica, empresa de assessoria na área de produção gráfica editorial.

    segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

    Especialização em Tradução de inglês ou espanhol

    Recebi um e-mail com as informações abaixo, sobre cursos de pós-graduação em tradução (inglês ou espanhol) e ensino de língua inglesa ou espanhola na Universidade Estácio de Sá.

    Não tenho informações sobre a qualidade do curso, mas parece interessante.

    ***

    Iniciamos o processo seletivo dos candidatos aos cursos de Especialização em Tradução de inglês ou espanhol e de Ensino de Língua inglesa ou espanhola.
    Os cursos podem ser feitos presencialmente nas cidades de SP, RJ, POA, DF e BH. Mas também podem ser feitos à distância, acompanhando as aulas pela Internet, assistindo pela TV da nossa Universidade às aulas que são transmitidas em tempo real, como se estivesse dentro da sala de aula, ao vivo, podendo participar ativamente, tirando suas dúvidas, etc. Ou, se preferir, também poderá assistir a essa mesma aula gravada em vídeo no seu tempo livre e quantas vezes quiser.

    Os candidatos devem ter um bom domínio da língua inglesa ou espanhola e enviar seu currículo a acessopos@gmail.com

    Na pós em Tradução (de inglês ou espanhol) você poderá praticar tradução técnica, literária, de legendas de filmes, jurídica, etc., e se especializar nessa profissão. Os nossos cursos de pós-graduação em tradução são uma referência no Brasil há mais de 10 anos.

    A pós em Ensino de língua espanhola é feita em parceria com o Instituto Cervantes-RJ. O aluno recebe o certificado de pós-graduação lato sensu da Universidade e o certificado do Cervantes de Tutor de Aula Virtual de Espanhol (AVE).

    O curso de pós-graduação de Ensino de língua inglesa é realizado em parceria com a Bridge, uma das maiores instituições de ensino de língua dos EUA. O aluno recebe o certificado de pós-graduação lato sensu da Universidade Estácio de Sá e o certificado Internacional da Bridge, reconhecido pela ACCET (do governo dos EUA).

    A pós em Interpretação de conferências conta com a colaboração da Direção Geral de Interpretação da União Europeia e a MGM. O objetivo do curso é formar intérpretes capacitados para atuar com excelência no mercado de trabalho, tanto na modalidade consecutiva quanto na simultânea. O curso é oferecido em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os candidatos devem enviar o currículo a cultestacio@gmail.com para agendar entrevista nas próximas semanas.

    Toda a informação sobre estes cursos está no site www.cultestacio.com.br

    Atenciosamente,
    Profª. Meritxell Almarza e Prof. José Luis Sánchez
    Coordenação - CULT - Central Universitária de Língua e Tradução
    Universidade Estácio de Sá